Blog em Manutenção:

Blog em manutenção, desculpe-me o constrangimento... Em breve o novo design estará pronto, obrigado pela atenção.

Ainda Existo:

E agora? Como continuar minha vida se estou destruindo todas as provas de que sou alguém que existe de verdade? Orkut, facebook, meu nome na internet... Estou acabando com tudo!
Por mais que ainda exista muito a me desapegar, não quero me desfazer deste Blog (e dos outros também).
Ainda quero continuar vivo em algum lugar, continuar honrando a decisão de viver esta fantasia que eu mesmo criei.
Por sentir que o mundo me rejeita, e sentir que não sou amado quando apenas tento ser eu mesmo. Por sentir tudo isso mesmo que não seja verdade, eu ainda sei o que existe dentro de mim.

E estou falando com todos aqueles que realmente se importam.
talvez eu esteja caminhando no meio de uma tempestade e a natureza não esteja sendo tão boa para mim. Talvez pagando por também ser o responsável por toda a destruição, por ser humano, por ter vivido inúmeras vidas em meio ao ódio... Apesar de tudo, sei que este é apenas o começo, quando nada na vida tem um fim.

Como imaginar a inexistência?
E quero deixar bem claro, é só o meu nome que não existe mais... Eu ainda estou vivo, se é isto que vocês querem saber. E eu vou continuar aqui, nas sombras de tudo isto, até que luz volte a cobrir minha vida!

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O Sıłêηcıσ ∂σ Jαя∂ıм:

     Eu vou ficar em silêncio agora, cuidar do meu jardim para você, menininho que balança meu coração.
      Pode parecer que me afastei. Que deixei você para sempre, que não quero mais fazer parte da sua vida.
      Você vai pensar que eu não ligo mais... Mas não se engane.
      Eu vou estar em baixo da tua cama, atrás da porta de seu quarto, em baixo do muro da sua casa. 
      Eu vou te ver respirando, acordando, rotinando e dormindo.
      Eu estarei aqui, escondido...
      Até que você se decida. 
      Até que você aprenda a me procurar. 
      Até você saber que gosta de mim de verdade.
Eu estarei cuidando do meu jardim, menininho que me deixa maluco, para quando você voltar...
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É Assim Mesmo a Morte?:

      Ontem dormi tarde e hoje, após ter acordado depois do meio dia, não entendi porque certas coisas não saíram da minha cabeça... Pessoas que já vi perto da morte, ou mortas!
      Isso não me assusta, pois isso faz parte da vida. Mas é agonizante estar com estes pensamentos.
      
      Primeiro o garoto que encontrei no hospital (quando eu estava internado curando um corte que tinha feito em meu braço)... Ele lutava contra o vírus HIV e estava mais magro do que um grilo. Seus olhos fundos, seus braços perfurados, a cama amassada, a tristeza no olhar, a prisão daquele quarto. Pensei – é assim mesmo a morte? Após alguns dias ele não estava mais lá.

      Meu avô, que certo dia começou a sorrir e cantar cantigas de adeus – “adeus minha pamporrilha” dizia ele, escrevendo frases de amor numa caderneta velha. No dia seguinte o encontraram deitado na cama, dormindo como um anjo... Mas suas mãos cruzadas estavam frias demais – é assim mesmo a morte? Ele estava morto! (e ele sabia que ia morrer)
      O vi deitado no caixão com uma roupa social branca, (nunca me esqueci desse dia). Lágrimas caíam do rosto de meus familiares, mas diferente de todos, com os olhos secos, apenas pensava – é assim mesmo a morte? E assistia o caixão descer para escondê-lo para sempre.
  
      O Pai (que era preconceituoso) do meu ex namorado, dias depois que descobriu nosso caso, fez seu filho chorar e babar de tristeza. Eu estava no bar, jogando sinuca, quando ele chegou e me puxou pelos braços... No piso branco da cozinha o velho estava deitado... Toquei em seus pulsos e descobri, ele não estava mais entre nós. Infarto fulminante! Ninguém pensou na despedida, mal mal o enterraram, a herança foi mais importante... Dias depois meu namorado sorria novamente (embora ainda chore de vez em quando, após anos)


      Eu penso agora em todos esses casos e o texto seria gigante se eu registrasse todos. Porque as pessoas partem? Para onde elas vão? É ASSIM MESMO A MORTE? Não posso saber...
Já tentei ver sua face... mas porque ela só leva os que não a desejam? Para onde ela os levam? Talvez para o mesmo lugar que estou agora. Sentindo estes mortos ao meu lado, gritando em meus ouvidos para que eu não publique esta postagem...
      Mas quem me conhece sabe neah? Esse relato estará no ar em menos de um minuto. Mas a pergunta ainda está no ar... É assim mesmo a morte? Quem é que pode saber?...

 Ps >> Estou tremendo, nem sei como consegui digitar tudo isso... Foi mais difícil do que eu pensava...
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De Agora Em Diante:

      De agora em diante eu desejo uma vida de paz e amor, não importa o quanto eu esteja engolindo remédios para curar uma esquizofrenia... De agora em diante eu quero dormir em cachoeiras, ouvir o som dos pássaros, escrevendo poemas em baixo de uma árvore sob a tarde de uma primavera.
      De agora em diante vou deixar os gnomos tomar conta do meu jardim. Ficar por conta da criação, desabrochar minhas idéias como desabrocha uma flor, sem me preocupar em estar fazendo isso certo ou errado.
     Plantar e colher maconha no meu terreno intocável, fazer a cabeça longe da maldade, fumar como Deus criou para ser fumado, sem medos ou rancores. Ouvir Bob Marley, Cazuza e Raul Seixas... No topo de uma montanha, abduzido por um disco voador. De agora em diante a galáxia é meu limite. O céu é a porta da sala, a lua minha varanda, o céu a piscina do meu quintal. De agora em diante vou ser livre como uma águia.


      Pois cansei de entender meu coração perdido entre os gestos de um menino. Cansei de depender do gosto de um beijo para me sentir amado. Cansei de apanhar e levar desaforos para casa. De brigar com a vida por romances impossíveis. De chorar escondido no quarto quando meu pai alcoolizado me humilha com suas palavras.

     DE AGORA EM DIANTE serei O MUNDO! Estarei nas mãos da chuva, no brilho de um olhar, no sorriso de um anjo. De agora em diante fecharei as portas para a tristeza (que ela seja apenas uma lembrança que me faça rir por ter sido tão estúpida)
     De agora em diante De agora em diante De agora em diante De agora em diante De agora em diante De agora em diante De agora em diante De agora em diante De agora em diante De agora em diante...
    Não me cansarei de pronunciar estas palavras, pois o passado não me leva a nada. Pois que olhar para trás é um toque que aguça as lágrimas.
    Aprendi a viver o presente e agora só me resta pensar no que virá De agora em diante!
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No Quarto Assombrado:

      O quarto estava mais branco do que de costume, ou seria a própria dor daquele último ato, daquelas últimas palavras, que estavam me fazendo ver tudo aquilo? Juro por Deus, eu não estava ali segundos antes e não me lembro de ter cruzado a porta... Sim, eu pulei pela janela, mas agora ela não estava lá. Tudo era branco, paredes brancas, teto branco... Eu era a única figura escura daquele lugar, com uma lâmina no bolso. Mas de onde ela havia surgido? Eu não tinha a mínima ideia...
      Mais visões apareceram diante dos meus olhos e eu via tudo como um holograma, bem diante de mim. Três homens nus deitados em um colchão sujo, acariciando-se, lambendo-se, apertando-se, beijando-se. Aquele seria eu? Entre os dois? Não acredito! Não pode ser! Eu dividia alguém que eu amava e sorria ao vê-lo entrelaçado ao corpo do outro garoto.
      A cena continuou mesmo depois de eu ter implorado para parar. Ela queria me mostrar o que eu havia feito, queria que eu sentisse, vivesse novamente, como numa anexação... Eu sabia o que era, aquele ato, aquele golpe... Não precisava mais daquele filme para me lembrar.
      Chega! Me traga de volta para a realidade... Eu não - num ato de desespero deslizei a lâmina sobre meu braço - não quero ver mais nada! O sangue já estava escorrendo, o quarto branco era tingido pelo vermelho, com a ferida aberta fechei os olhos para não morrer - e acordei.
      Tarde demais, eles já haviam saído. Meu namorado (que não é e nunca foi) estava caminhando por alguma rua fora da casa, magoado e ferido por minha culpa.
      Só me restava pedir perdão, pensei não ser tarde demais, mas o efeito da vodka não ajudava. Quantos minutos eu havia passado naquela viagem afinal? Chequei meus braços, não havia nada nele, eu não estava mais sonhando... Pulei a janela novamente e saí correndo...
      A chuva foi tudo o que encontrei, eu não existia mais no mundo dele. Somente a sombra do que acontecera cobria-se sobre sua mente. Ele deixara de me amar, mesmo sem nunca ter amado antes, deixou de me amar. Pedir perdão não foi o suficiente. Talvez seria melhor se o corte estivesse sido real, mas não foi.
     Minutos depois eu estava voltando para casa, me lembrando da última coisa que ele me dissera e me amaldiçoando por não ser perfeito. Enquanto o erro se transformava em consequência, gotas de chuva sangravam sobre mim, mais uma vez eu estava sozinho.
     Ao me deitar para dormir, já não sabia mais quem eu era. tudo não passava de uma alma monstruosa que destruiu mais um amor e suicidou o próprio coração, levando ao inferno alguém que tanto gostava de mim...
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Ultima Tentativa:

      Quando olho para o espelho, não vejo o que gostaria - um cara que acredita que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes. Carrego isto em mim, mas não é nada que o espelho possa refletir.
Eu deveria acreditar em você, estar satisfeito com todas aquelas provas de amor que você me demonstrou. Deveria segurar as suas mãos e enfrentar o mundo por nós dois. Poderia até fazer planos, dizer que te desejo até o fim e dar o melhor de mim para conquistar um lugar definitivo em sua vida.
Eu queria olhar para você e não encontrar os meus defeitos, queria apenas confiar nesta inocência que seus olhos transmitem e na calma que seu sorriso me proporciona. Sim, eu deveria! Eu deveria acreditar que você me ama, pois é verdade! Você tem a sua forma de me mostrar esse amor, mas isso não deixa de ser verdadeiro.
      O problema é que todas as vezes que tento me aproximar de alguém, meus medos e traumas vem a tona. E por feridas do passado chego a acreditar que o mesmo vai continuar acontecendo sempre, sempre e sempre. Penso na possibilidade de que você possa ser como todos os outros, que depois de me usarem me deixaram na rua da amargura. Passei a maior parte da vida tetando juntar pedaços do meu coração despedaçado e agora que encontrei você, quando ele já estava inteiro novamente, temo que você possa me magoar. Eu não quero viver o coração partido novamente!
     Mais do que nunca eu preciso acreditar em você, logo você que me faz tão bem. Preciso ter cuidado, sei disso, mas também preciso me entregar. Preciso abrir espaços para você entrar, permitir que você domine minha vida sem pedir nada em troca. Preciso perder o medo de dizer que te amo e que quero sua companhia pelo resto da vida.
      Preciso te dar meu coração... Mas ainda não sei quem é você.
      Lido com minhas próprias defesas, de empurrar para longe aqueles que se aproximam demais. tento não afastar você mas ao mesmo tempo tento não me iludir. O pensamento de que posso estar sendo enganado não se desgruda de mim. A maldita certeza de que todos podem ser realmente iguais não me abandona. me valorizar e temer está no meu sangue, pois muitas vezes me arrisquei antes de cair, mas desta vez não quero que isso aconteça.
      Portanto quero que você saiba, fiz este texto para isso, para te mostrar que estou tentando. Estou tentando lhe entregar tudo que tenho, mas confesso, o medo de estar fazendo a escolha errada me persegue.
Então peço que apenas espere, pois meu coração, neste momento, tenta curar suas asas e voar até você. Essa é a última chance que dou a mim mesmo, de acreditar que o amor possa existir de verdade. E é por você que estou fazendo isso...
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Eu (I Born) Nasci (This Way):

 Tema sugerido por: Robbie Lymonta Carvalho
Texto escrito por: Brian Harold Gale

Coturno de exército, bermudão jeans, camiseta preta, bracelete de prata no braço. Cabelos longos sob o boné de estampas e maquiagem nos olhos. Ele vai passando no calçadão da praça, frente homens de terno e mulheres de vestido de ceda que acabaram de sair da igreja.
Algum casal acabou de ser abençoado por deus, pelo menos é o que eles acreditam. Mas o garoto gay/roqueiro não se importa com o que realmente aconteceu. Ele continua o caminho de casa, de queixo empinado, enquanto olhares de negação o acompanham pelo caminho.
Quem teria o direito de por um mero segundo pensar que está bem melhor do que ele? As roupas não refletem quem eles são, nunca refletiram, mas o alto custo que pagaram por elas incita a futilidade de se acharem melhor. Ou pelos menos normal, é o que pensam enquanto o billzinho vai passando.
Ele não olha para trás, não se importa com aqueles que o reparam. Além de querer chegar em casa, descompromissado, apenas repara alguns garotos pelo caminho. Mas não deveria reparar as garotas? Quem disse?! Ele nasceu assim...
Saiu de uma vagina como todos eles, foi um dia a mistura de esperma e óvulo e também estudou ciências. Acreditou em Papai Noel, pensou que a Bela Adormecida realmente estava dormindo e achou que a Vovó saiu com vida da barriga do Lobo Mal.
Sim senhor! Ele acreditou em todos os padrões e verdades definidas a zóio pela cultura, mas hoje... Hoje ele é o reflexo de um cara que pensou por si mesmo, questionou tudo o que sabia, provou os contrários para descobrir o prazer que mais cabia a ele e... Está muito bem, desfilando pela rua com tudo o que adquiriu sendo autêntico.
Robbie Lymonta Carvalho
Ele sabe que os homens de terno são aqueles que exemplificam a maioria. O dominante não encaixa em sua personalidade e ele não precisa de aprovação. É lógico, os que o admiram nunca assumiriam tal atitude, pois são muitos os que se escondem entre o aceitável e o que não se teme.
Caminhando, a praça fica para trás e ele chega perto do portão de casa. Pára por um segundo antes de entrar e pensa em tudo o que aconteceu durante o percurso até ali. As pessoas só reparam naqueles que nasceram assim, pois os homens de terno, as mulheres de vestido, háhá, estão no útero ainda - diz ele a si mesmo. Então entra em casa sabendo:
O homem de verdade nasce duas vezes. Primeiro para a sociedade, depois para si mesmo. Ambos não são recíprocos, mas é bem assim a vida.  >> I Born This Way
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Terminando Tudo de Uma Vez:

Sentado no banco da praça, uma garrafa de vodka ao lado, conversando com os amigos. Uma despedida para depois a mudança. Vou sair de Madre, levar o que tenho no coração para um lugar distante. Sem a esperança de que vou vê-lo novamente, o deserto de um outro lugar me obrigará a esquecê-lo – Eu pensava enquanto tomava um gole e ouvia Fernanda a comentar o quanto seu namoro com a outra Fernanda andava bem.
Eu estava ali com meus amigos, de fato, tomando aquela amarga bebida e conversando sobre coisas sem nenhum proveito. Mas a medida que o efeito alcoólico surtia, meus pensamentos me afastavam cada vez mais dali.
Onde ele estaria agora? Acho que poderíamos ter terminado de uma forma mais honesta. Ele foi embora sem se explicar, sem dizer o que estava sentindo no exato momento. Sem ao menos justificar os motivos que o levavam a se afastar de mim, ele se fechou na tentativa de uma vida aceitável. Desejou viver uma mentira ou realmente não me possuía mais em seus planos?
A saturada dúvida permeava meu coração e com a cabeça rodada de álcool meus olhos se direcionaram a uma visão inesperada. Estacionou a moto bem diante de mim e quando tirou o capacete, mal pude acreditar. Estou tendo alucinações, pensei comigo mesmo, mas quando ele estendeu sua mão para me cumprimentar a verdade me convenceu.
Era ele mesmo, o menino que despedaçou meu coração. O que ele estava fazendo ali?
    - E as novidades? – A primeira pergunta exalou-se de seus lábios.   
- Estou indo embora – respondi para saber o que o trouxe até mim.
    - Vai me deixar? – Me surpreendeu, quando antes pensava que temia se expressar, muito mais em público, dessa vez.
Meus amigos me olharam. Um breve silêncio se fechou na roda, a compreensão da parte daqueles que me conheciam abriu a desculpa – vamos andar um pouco. Fizeram para nos deixar em particular.
    - Que diferença isso faz, quando você já me deixou a muito tempo? – Meus olhos não o encaravam, com o copo nas mãos eu tentava ser frio, enquanto o coração explodia em chamas, disposto a me convencer de mudar toda minha vida naquele momento.
    - Mas eu te amo, Gabriel – não era seu direito dizer essas palavras, depois de tudo o que já havia passado, mas mesmo assim ele ousou a pronunciar.
    - Eu ainda te amo também. Você pode saber. Nunca escondi de você os meus sentimentos. Quando tentava assumir-nos, você se fechava no medo. Passei meses vendo você tentando provar para todos o quanto gostava das mulheres. Eu me senti magoado por todo este tempo e agora que estou disposto a acabar com essa dor, você vem para apertá-la contra meu peito novamente?
Ele olhou para os lados e percebeu que não conseguiria me convencer. Meninas com roupas curtas passavam frente a nós. Garotos jogavam futebol no gramado ao lado direito. Adolescentes bebiam frente ao carro que tocava funk, a esquerda. Nada parecia um ambiente para aquela conversa um tanto quanto gay. Ele apenas coçou a cabeça surpreso. Certamente pensava que eu me comportaria como o mesmo cachorrinho que antes o lambia os dedos e o seguia, sempre que me chamava e mostrava um pedacinho de carne (sua carne).
    - Olha, não tem ninguém em casa. Suba na moto comigo, vamos conversar no meu quarto, só isso, eu te peço. – seus dedinhos alisavam levemente minha perna sobre a bermuda de tectel enquanto as palavras quase me faziam perder o controle.
    - Tire... seus... dedos... de... cima... da... minha... perna – soletrei, com a voz baixa.
Mais uma tentativa se encontrou com o fracasso. Fingi então que ele não estava ali. Mesmo sabendo que estava sendo rejeitado, não desistiu. Diante da indireta que deveria fazê-lo se levantar, montar em sua moto e sumir dali, ele continuou, dessa vez se calando e esperando que eu dissesse alguma coisa.
    - Você quer conversar, em seu quarto? Pensei que o que fazia em seu quarto era apenas me comer. Então preste bastante atenção. Dessa vez não vou me entregar, pois sei que todas as suas aproximações não passam de uma forma de me convencer a lhe permitir se aventurar. Eu ainda te amo, mas não quero mais. Vou embora amanhã, vou te esquecer, pois tudo o que tenho feito ultimamente foi pensar em você e me torturar com isso. Vou acreditar que tudo aquilo que dizia diante de seus amiguinhos estúpidos foi a pura verdade. Então saia de perto de mim, pois não sou nenhum brinquedinho de um certo homem que gosta de mulheres e em particular gosta de mim. eu não quero mais, você me ama? Tarde demais, deveria ter dito isso quando eu ainda estava disposto a lutar por você – acabei então com qualquer possibilidade.
    - Lutar por você? De quem você está falando Gabriel? Mal começou a beber e já está viajando?
A cena mudou completamente, ele não estava lá. Tinha vivido aquela noite em minha mente, adiantadamente. Vi que Fernanda ainda estava abrindo a vodka. Tudo aquilo se acontecesse, aconteceria depois de alguns goles.
    - Não vou beber, afinal, já sei o que vai acontecer – me levantei e fui embora, deixando todos os meus amigos sem saber o que se passava.
Ninguém entendeu nada, mas no dia seguinte Fernanda foi a meu encontro.
- Um menino de moto procurava por você. Ele chegou minutos depois que começamos a beber. Eu disse a ele que você foi embora, então ele partiu.
- Por isso mesmo fui embora... Fui embora antes que ele pudesse me encontrar.
O amor ás vezes faz suas previsões...
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Deixe-Me (De Volta ao Gótico):

Deixe-me voltar a ser assim... Amando o que corre em minhas veias, expelido por fora, quente e sensual como o embriagar de um anjo...
Deixe-me conhecer a tristeza novamente, aquela que me fazia suspirar e desejar um mundo melhor...
Deixe-me mergulhar novamente naquela vida que deixei para trás, quando resolvi acreditar que o amor era a única saída....
Deixe-me deixar as ilusões de uma criança feliz que se apega ao brinquedo e jura não precisar de mais nada...
Deixe-me ir! Eu quero de volta aquele sofrimento silencioso que fecunda minha alma no florescer de uma nova vida.

Entre meus pesadelos de anjos e demônios, eu encontrei aquele que me jogou para fora. Olhando em teus olhos e agradecendo por cada lágrima, hoje sei que tudo aquilo perntencia a minha liberdade.
Por mais que pensar que estou perdido seja uma tortura, deixe-me aceitar como sou... Com cada gotade sangue, com cada parte de um coração despedaçado e com cada sonho mentiroso que me encoraja a viver. Deixe-me morrer agora, eu ainda preciso deste calor que a morte vem me trazer pelas manhãs.
De volta ao gótico, minha alma em páginas em branco.
De volta a vida para sempre!


Eu jamais vou amar um homem novamente, jamais me entregarei daquela forma.
Quando deixei tudo de lado para correr atrás de um coração, quando deixei a sanidade por um uma loucura vívida por um instantente, para matar-me depois com um beijo...
Deixe-me ver o brilho da noite mais uma vez.
Apaixonado pela lua que sangra eu quero encontrar o meu lugar.
Poço sem fundo, uma vida inteira de dor, muito foi feito de olhos vazios.
Agora eu quero ir, deixe-me!
Deixe-me agora e para sempre, eu preciso sobreviver longe dos teus braços.
Um túmulo frio, uma morte bela, uma lágrima de remorso para me salvar de toda mentira que um dia cheguei a acreditar...


Por tudo eu apenas tentei ser fiel.
Tentei ser o anjo a currar cada uma de suas feridas.
Dei minha vida pela tua vida e me entreguei aos teus encantos.
Enfrentei cada pesadelo como se tudo fosse acabar ao despertar.
Me enganei, me feri, vivi e morri por dentro inúmeras vezes.
Tudo tentando entender o como você percisava de mim para amar alguma coisa.
Nos espinhos das flores de teu jardim, perdido em teu coração de menino.
Eu cavei minha cova sobre tuas asas, mas preciso ressuscitar agora.
Deixe-me!
Eu não te amo mais! Então, tens agora que me deixar...


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Por Favor, Me Desculpa:

Hoje eu resolvi juntar todas aquelas coisas que me incomoda e jogá-las na telinha do meu Blog sem pensar no que vai acontecer depois de tudo isso. Resolvi escrever sem me preocupar se a escrita vai ficar boa ou se vai ficar uma droga. Eu quero hoje deixar tudo bem claro e bem limpo, pois afinal, é escrevendo que eu me livro dos mais atormentadores demônios que habitam em minha mente...


 Primeiro que este garoto preconceituso que ando demonstrando ser já começou a me fazer mal. Começou a me fazer mal odiar as pessoas, as situações e as formas de vida que são diferentes da minha. Eu tenho que me convencer de que nada pode ser do jeito que eu quero. Que o mundo é cheio de diferenças e que não vou converter ninguém a pensar como eu penso. Não ando achando certo estas críticas que ando fazendo a tudo e a todos.
Por isso em tudo que já ofendi, nestes termos, peço os mais sinceros votos de perdão!
Segundo que já me deixou de saco cheio ficar registrando as transas e as decepções que vivi ao lado de um cowboy! Brian, meu filho, acorda para vida! Por mais que você ainda ame este menino, ele não está aqui agora e se estivesse não acharia legal o que você anda fazendo com o nome dele. São as suas intimidades, porque é que você foi criar um outro blog especificamente para isso ein? Meu deus! Seja no mínimo gente Brian Harold Gale! Eu não estou reconhecendo mais o escritor bondoso que você é!
Ao meu ex namorado, também peço perdão, e prometo que vou terminar a última história sobre ele e passar um tempo sem escrever sobre isso.
E para terminar, em terceiro, chega de pensar que a minha vida está uma droga e que sou a pior pessoa do mundo! No mínimo eu deveria amar e acreditar mais em mim mesmo. As imundícies que andei fazendo não podem continuar me deixando assim para baixo, sempre!
Chega de pensar que o Faceboook é uma ferramenta para divulgar o ódio e a intolerância, chega de continuar obrigando as pessoas a lerem minha revoltas e resumindo tudo >> CHEGA DE SER ESTE HOMEM RIDÍCULO QUE VOCÊ ESTÁ SENDO BRIAN Harold GALE!
Então, depois desse desabafo, espero conseguir me tornar uma pessoa melhor de agora em diante. Queridos leitores, obrigado pelo tempo que gastaram lendo minhas insignificantes atitudes... Tenham uma boa tarde!

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O Que Ainda Carrego no Coração:

Eu lamento por você que precisou negar os momentos que viveu do meu lado para se sentir protejido das ameaças.
Lamento pelo teu medo de lutar por nós dois, pelo silêncio que afogou todas as minhas palavras, pelo carinho escondido que você me dava apenas quando as luzes estavam apagadas.
Eu lamento por esta perda e por sua decisão covarde. Eu lamento muito, mas ao contrário de você eu nunca tentei me desfazer daquilo que eu sentia pensando que isso estava errado.
Onde quer que você esteja agora e por mais que você acredite que mudou, jamais poderá apagar a verdade dentro de você. Pois eu vou continuar aqui, como sempre fui. E vou acreditar que um dia serei recompensado pelo que fiz por teu amor.
Eu sofri para aceitar tudo aquilo que sou e foram pessoas como você que me ensinaram que não se deve esperar nada desta vida. Eu me apaixonei, não poderia ser diferente, mas não imaginava que nossos dois meses de namoro fossem apenas uma aventura que você queria viver.
Você sempre viveu de uma forma que todos pudessem aceitar, jamais foi contra os valores convencionais e como todos os outros não quis se comprometer. E você se afastou quando percebeu que o que eu queria mesmo era uma vida ao seu lado.
Eu deveria tentar lhe esquecer, mas não posso. E vendo a mentira que você carrega nas costas, também não posso acreditar que você me esqueceu também. Eu marquei a tua vida, mesmo que tudo isso não passe de um erro que você considera e necessida esconder, eu sei o que nós vivemos.
Nossos poucos reencontros mostram o quanto ainda lutamos um contra o outro. Quando me deito do teu lado, não consigo dormir pois você não resiste em deslizar suas mãos sobre minha pele. Então eu também não resisto, me entrego a você de todas formas, mesmo sabendo que pela manhã você coloca a máscara novamente, afirmando como se fosse necessário me mostrar o quanto sua namorada te faz feliz.
Vejo você continuar a viver num casulo acreditando que uma mentira te salvou. Vejo seu olhar de quem acredita que realmente conseguiu se reabilitar. Como se se meu amor fosse um erro, um defeito que você derrotou.
Então vá em frente, viva como todos lhe obrigam a viver.
Minha consciência está limpa, eu não vou negar. E não vou fingir que você nunca existiu, como você está fazendo agora, comigo. Nunca vou me entregar a qualquer um para esconder o meu passado. Jamais vou querer passar uma borracha em tudo o que já vivi ao seu lado, como você fez.
Eu te amei de verdade e lhe agradeço por tudo. Mesmo que você queira me esconder no espaço mais oculto da sua mente. Peço desculpas se me tornei uma cicatriz profunda em sua vida. Mas basta olhar em seus olhos para saber que aquilo que agora você considera uma ferida aberta, um dia foi o motivo maior de toda a tua felicidade.
Você pode negar, você pode fingir, você pode se esconder... Mas eu sei o que vivemos e isto me ajuda a dormir tranqüilo, mesmo que em teus sonhos eu seja apenas aquilo que lhe tira o sono.
Eu ainda te amo e vou lhe dizer isso mais uma vez, como sempre fiz sem ouvir alguma resposta. E quando você me dizer "não sei" novamente, não vou considerar as palavaras, mas seus braços que com certeza estarão entrelaçados em me corpo.
Pode esperar, você vai ver! Ainda nos reencontraremos um dia...
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Cadê a Individualidade?:

"Porque nascemos a crescer para o que já estava definido ser a nossa vida"


Penso, porque?
Porque a definição, porque a tradição, porque o método, porque a norma?
Porque um rótulo se todos nós temos uma individualidade?
Por que uma regra para idealizar o comportamento humano e um objetivo de exemplo para ele?
Por que sofrer caso se viva contrário as normalidades?
Quem é que pode saber como foi e como deve ser?
Quem afinal, tem a fórmula da felicidade?
As pessoas nascem, mas as vidas dos pobres coitados são as mesmas.
Na infância a educação paternal, na adolescência a educação escolar, na fase adulta a responsabilidade, mas qual o objetivo de tudo isso?
Trabalhe, seja alguém na vida, ganhe muito dinheiro! - Já dizem nossos pais, a maioria deles, pelo menos uma vez.
Todos vivem para isso, os que não seguem a regra se tornam mendigos ou vagabundos...
E os que conseguem "vencer na vida" afinal são honrados e admirados? Pode ser para você...
Para mim o doutorzinho, o jogador de futebol milionário, o advogado, qualquer que seja o tal - Vive pelo dinheiro, pelo trabalho, para si mesmo e se denomina bem de vida, feliz, mas e a verdadeira obrigação de ser humano?
Quem cumpre?

Os que já tentaram um dia, hoje estão nos hospitais psiquiátricos...
Ou mortos!
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